NaDa
Nada
Depois de uma intima entrega desconhecida de prazer e gozo.
Nada.
O nada ainda é presente na solidão aguda e satisfeita de meu corpo.
Nada.
Nada entendo dos meus próprios desejos escarrados.
Dilacero o corpo me esquecendo da alma.
O corpo rasga a consciência.
Nada.
zé Carlus
Escrito por zé carlus barreto às 02h18
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Um encontro
28/05/05
Sorriso. Olhos não olhos. Sua pele me remete ao contato simples e puro. Liberdade. A liberdade dos olhares e dos contatos me eleva a uma sensação única de tranqüilidade e paz. Nus, ali, de corpo e alma entregues a uma nostálgica viagem aos desconhecidos conhecidos de nós mesmos. Sua boca abranda o desejo de correr. Saborear. Energia. Alegria. Ops! Quanta coisa bonita e limpa ali na minha frente. Não sei se vai ou se vem ou se nunca mais. Sei que senti, desfrutei, vivi, gozei e me fez paixão ali naquelas horas de vinho, falas, toques e suspiros. È vero! Grazie!
Escrito por zé carlus barreto às 02h16
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